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Astrid Fontenelle celebra a autoaceitação aos 64 anos e se liberta dos padrões de beleza

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A jornalista Astrid Fontenelle, de 64 anos, usou as redes sociais neste sábado (10) para compartilhar um momento pessoal de libertação e autoestima. A apresentadora contou que passou muitos anos evitando usar biquíni, mas que hoje celebra a própria trajetória, a aceitação do corpo e a alegria de viver. Em clima de verão, ela publicou registros curtindo dias de descanso na Bahia, brindando a vida e exibindo o bumbum com leveza e orgulho.

Na legenda, Astrid Fontenelle refletiu sobre o processo de se aceitar com o passar do tempo. “Um bumbum de 64 anos e um cabelo grisalho lindo. Ser feliz com o que tenho é um exercício diário. Durante anos deixei de usar biquíni. Me libertei. É o que tenho para hoje”, escreveu a jornalista, arrancando aplausos dos seguidores.

A publicação rapidamente recebeu uma enxurrada de comentários carinhosos. Muitas mulheres se identificaram com o relato e compartilharam experiências semelhantes sobre pressão estética e libertação. “Ainda não consegui me livrar do maiô. Se pudesse, usaria burca! Mas vou usar biquíni aos 55 anos e aproveitar tudo de bom que essa fase traz”, comentou uma seguidora. “Está lindíssima! Liberdade é o segredo da alma”, escreveu outra. Houve ainda quem destacasse a importância de valorizar corpos reais e histórias vividas.

Entre os depoimentos, uma internauta resumiu o sentimento coletivo: “Seu corpo é sua casa, sua história. Honra aos corpos verdadeiros!”. Outra acrescentou: “Também me libertei dos padrões que tentaram me impor a vida inteira. Vou à academia, uso o que quero e sigo feliz. Quem não gosta, que não olhe”.

Recentemente, em entrevista à revista Quem, Astrid Fontenelle falou sobre a cobrança constante para que mulheres aparentem força o tempo todo. Segundo ela, apesar de ter equilíbrio emocional, faz terapia e cuida da mente e do corpo. “Muita mulher está exausta, principalmente aquelas que não têm acesso a essas ferramentas. Por isso falo tanto sobre a importância das amizades, de pedir ajuda, de chamar alguém para conversar ou tomar um café”, destacou, reforçando a necessidade de acolhimento e apoio emocional.

Foto: Reprodução/Instagram

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