Exposição inovadora rompe barreiras ao permitir que o público toque as obras e vivencie a arte de forma sensorial, acessível e inclusiva
Em um cenário onde a arte assume papel cada vez mais relevante na promoção do bem-estar, da saúde emocional e da inclusão social, a Touch Art vem se consolidando como uma das iniciativas mais inovadoras no segmento cultural ao propor uma experiência que vai além da contemplação.
Idealizada pela artista plástica Bao Aram e pela curadora Laís de Barros, a exposição nasceu com a missão de democratizar o acesso à arte e criar conexões genuínas entre artistas, obras e público. Seu grande diferencial está na possibilidade de interação direta com as obras, permitindo que os visitantes explorem texturas, formas e sensações por meio do toque.

Mais do que uma exposição, a Touch Art tornou-se um movimento que promove acessibilidade, pertencimento e valorização da diversidade. O projeto reúne artistas de diferentes trajetórias, incluindo artistas consagrados, novos talentos, pessoas com deficiência, artistas neurodivergentes e criadores de diversas origens, reforçando a crença de que a arte é uma linguagem universal capaz de acolher e representar a todos.
Ao longo de suas edições, a iniciativa tem ampliado a visibilidade de artistas, fortalecido o diálogo sobre inclusão e proporcionado experiências transformadoras ao público. Cada mostra é construída a partir de uma narrativa curatorial que convida os visitantes a refletirem sobre temas humanos, sociais e culturais, criando uma jornada de descobertas e conexões.

A proposta da Touch Art desafia os modelos tradicionais dos espaços expositivos ao transformar o toque em elemento essencial da experiência artística. Dessa forma, a exposição aproxima a arte das pessoas e reforça seu papel como instrumento de desenvolvimento humano e transformação social.
Com crescente reconhecimento do público e da comunidade cultural, a Touch Art reafirma seu compromisso com a democratização da arte, mostrando que a cultura deve ser acessível, acolhedora e capaz de gerar impacto positivo na vida das pessoas.

Para Bao Aram e Laís de Barros, a verdadeira essência do projeto está na capacidade da arte de criar pontes, despertar emoções e promover encontros que transformam tanto quem cria quanto quem vivencia a experiência.
“Quando uma obra pode ser tocada, ela deixa de ser apenas contemplada e passa a ser vivida. É nesse encontro entre artista, obra e visitante que nasce a verdadeira transformação.”
A Touch Art segue fortalecendo seu propósito de tornar a arte cada vez mais acessível, inclusiva e humana, provando que a cultura tem o poder de aproximar pessoas, romper barreiras e transformar vidas.

As fotos registram alguns dos momentos e talentos que marcaram a 3ª edição da Touch Art. Nelas estão a curadora Laís Barros, a fundadora da Coglife, Flávia Gusmão, e os artistas da Coglife Artes: Tati Moraes, Bernardo Yori, Gabriela Hong e Dudu Memoriza. Também aparecem a artista Sara Rosenberg, Bao Aram e o artista Marcelo Cunha, reconhecido por suas obras criadas com a boca e os pés. Um encontro inspirador que celebrou a inclusão, a diversidade e o poder transformador da arte.
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